Islamismo será a maior religião do mundo?


Embora as pesquisas fortaleçam a ideia de que o islamismo será maior que o cristianismo em 2070. Elas não levam em conta que o número de muçulmanos que se convertem a Cristo cresce cada vez mais.

Atualmente, o islamismo é a segunda maior religião do mundo depois do cristianismo, mas, segundo os novos relatórios do PRC (Pew Research Center), um Banco de Pesquisas sobre as questões, atitudes e tendências globais, até 2070, os muçulmanos terão superado os cristãos em número, se as tendências demográficas continuarem. O motivo para isto é que os muçulmanos têm mais filhos do que os outros sete grupos religiosos analisados no estudo. Em todo o mundo, as mulheres muçulmanas têm uma média de 3,1 crianças em comparação com 2,3 para todos os outros grupos combinados.

Embora o islã seja a principal religião em muitos países do Oriente Médio e Norte da África, o relatório diz que a maioria dos muçulmanos vive na região da Ásia Pacífico, em especial na Indonésia. Acredita-se que, em 2050 a Índia terá mais muçulmanos do que qualquer outro país, cerca de 300 milhões, embora o hinduísmo continue sendo a maior religião dessa nação. Em setembro de 2015, Pravin Togadia, então presidente do WHC (World Hindu Council – Conselho Hindu Mundial), afirmou que os hindus corriam risco de extinção e que pediram para incluir na legislação uma punição aos muçulmanos que tivessem mais que dois filhos.

De acordo com os dados do censo indiano de 2011, os muçulmanos registaram um crescimento de 0,8% entre 2001 e 2011 e os hindus diminuíram em 0,7%. A população muçulmana do Ocidente também está crescendo bastante. O PRC indicou em suas pesquisas que, 10% dos europeus são muçulmanos e 1 de cada 50 americanos, será muçulmano em 2050. O relatório destacou ainda que, na América, pouco se sabe sobre a religião islâmica e que a opinião favorável sobre o islã tem diminuído desde 2005.

Já o cristianismo, segundo as estatísticas, é mais suscetível a perder fiéis para outras crenças ou, então, vê-los evitando contato com outras religiões. Estima-se que cerca de 40 milhões de pessoas irão aderir ao cristianismo até 2050, enquanto 106 milhões devem deixar a fé. A pesquisa não diz exatamente em quais regiões do mundo isto pode acontecer, mas, segundo um dos correspondentes internacionais da Portas Abertas, Matthew*, o número de muçulmanos que se convertem ao cristianismo também é cada vez maior. O que ocorre é que a mídia não divulga certos fatos. Leia mais na matéria feita pela Portas Abertas clique aqui.

Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, conclui o correspondente.

*Nome alterado por motivos de segurança.
Fonte: Portas Abertas

Número de igrejas em Portugal “despenca” com saída de brasileiros


Apesar de terem sido inaugurados 322 novos templos, o número de igrejas evangélicas em Portugal despencou de 1630, no ano 2000, para 964 em 2016. Os dados foram apresentados após um levantamento da Aliança Evangélica Portuguesa, a qual concluiu que o principal motivo para isso é a saída do país de muitos imigrantes, sobretudo brasileiros.

A Aliança, organização que reúne a maioria das comunidades evangélicas portuguesas, percebeu ainda que a maioria das igrejas que ainda estão abertas tem um grupo de fiéis reduzido, com menos de 50 pessoas por culto.  Em média, cada igreja faz cinco batismo por ano.

Outro aspecto que chama atenção é que das três centenas de novas igrejas, a maior parte é resultado de fusões de grupos menores. As cidades de Lisboa, Porto e Setúbal concentram a maioria das comunidades evangélicas portuguesas.

Além da redução dos locais de culto, a pesquisa mostra que os evangélicos participam pouco das atividades. Estima-se que haja mais de 150 mil evangélicos, mas menos de um terço participa regularmente dos cultos nos templos. O fenômeno é bastante amplo, pois entre os católicos calcula-se que apenas 8% vão às missas ao domingo.

“Quando falamos de 2000 igrejas com as portas abertas ao público é preciso ver o contexto. Muitas dessas igrejas eram pequenos espaços, algumas delas em garagens, por vezes formadas por um imigrante que chegava e queria ter aqui um culto semelhante ao que já conhecia. Eles começam a reunir um grupo de pessoas e já abrem uma igreja. Muitas ficam abertas por dois ou três anos e depois fecham”, explica António Calaim, presidente da Aliança Evangélica Portuguesa.

“Muitas dessas garagens deram lugar a um único espaço, com melhores condições”, aponta o médico de 60 anos.

Calaim diz que os evangélicos do país experimentaram um crescimento grande nas décadas de 1980 e 1990, com a chegada de fiéis vindos das antigas colônias. Muitos imigrantes de Cabo Verde e brasileiros já vinham “convertidos”. A partir do ano 2000 teve início uma redução, quando muitos deles decidiram sair do país, em especial após as mudanças na lei de imigração.

Outro fator a ser levado em conta, segundo a Aliança, é o “forte movimento de secularização que a sociedade portuguesa vive nas últimas décadas.”

A Aliança Evangélica Portuguesa (AEP) existe desde 1921, mas a organização não representa todas as igrejas evangélicas. “Nunca aceitamos a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), a Igreja Maná e mais meia dúzia. Para fazer parte as igrejas têm de se rever na declaração de fé da Aliança, além de outras regras. Essas igrejas não correspondem aos nossos princípios”, justifica.

Além da pesquisa recente, o Instituto Nacional de Estatística sobre a religião em Portugal também aponta a existência de 3% de cristãos “não católicos”.

A AEP diz que um terço dos pastores que trabalham no país são estrangeiros, na maioria brasileiros. Como a idade média dos pastores evangélicos é alta, com apenas 18% com idade inferior a 40 anos, um dos focos da Aliança é “formar uma nova geração de líderes evangélicos”.

Por fim, o estudo mostra que o mais novo desafio é trabalhar com a crescente comunidade muçulmana do país, em especial depois da chegada de refugiados.

O governo português reconhece o trabalho da Aliança. Hoje há 306 turmas em 241 escolas públicas onde é ensinada a disciplina de “Educação Moral e Religiosa Evangélica” aos alunos. Além disso, nas prisões e hospitais há evangélicos levando a Palavra e prestando auxílio.

António Calaim lamenta que, apesar disso tudo, os evangélicos ainda são vítimas de preconceitos na sociedade. “Nem nos sabem identificar e confundem-nos com Testemunhas de Jeová e mórmons, que não têm nada que ver com as igrejas evangélicas. Depois, fenômenos como a IURD também não ajudaram.”

Com informações DN
Fonte: GospelPrime

“Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”

Correspondente Internacional da Portas Abertas esteve no Brasil e contou um pouco sobre a vida dos cristãos no Oriente Médio.


Matthew* é um dos correspondentes internacionais da Portas Abertas que trabalha em diversas regiões do Oriente Médio. Recentemente, ele esteve no Brasil e testemunhou sobre o que Deus tem feito do outro lado do mundo. “A conversão ao cristianismo é algo muito complicado no Oriente Médio. No Iraque e na Síria há certa liberdade, mas em regiões da Península Arábica, por exemplo, as restrições são muito mais severas”, disse ele.

Ao falar sobre os cristãos orientais, o colaborador destaca a perseverança entre eles. “Dizer ‘eis-me aqui Senhor’ por lá é bem diferente do que dizer aqui. E mesmo em meio a tantos desafios, quando olhamos para o rosto de cada um deles, há sempre um sorriso de felicidade e eles realizam as atividades cristãs mesmo sendo perseguidos”, comentou. Ao citar a igreja na Argélia, Matthew falou sobre a coragem dos cristãos argelinos: “Lá, cada novo convertido tem a oportunidade de passar por um curso da Portas Abertas e então vemos o quanto eles são corajosos. Não são super-heróis nem super-crentes, mas podemos aprender muito com eles”, enfatizou.


Milagres acontecem quase todos os dias:

“Apesar de terem suas casas destruídas, empregos perdidos e serem excluídos da sociedade, os cristãos no Oriente Médio podem presenciar milagres acontecendo quase todos os dias. Dá para entender por que tantos muçulmanos estão se convertendo”, disse. Matthew conta que certa noite, dois homens de lugares diferentes tiveram o mesmo sonho com Jesus e sobre uma jovem que teve um encontro com Cristo. “Quando ela acordou, viu um homem que brilhava muito, e ele disse: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida’. Um tempo depois, conversando com uma cristã, ela entendeu que se tratava de Jesus então se converteu”, relata.

Entre muitas histórias e testemunhos, o correspondente deixou também um alerta: “A mídia mostra apenas o lado da guerra, da violência e da destruição, mas Deus tem feito maravilhas por lá. Há esperança para eles sim! E as nossas orações são ouvidas e atendidas. O que parece impossível para nós, Deus faz. Muitas vezes, não acreditamos por que não vemos ou por que isso não acontece perto de nós ou dentro de nossa igreja. Mas Deus tem se revelado aos muçulmanos pessoalmente, em nossos dias, como fez nos tempos bíblicos. As pessoas têm sonhos e visões. Devemos ajudar nossos irmãos e orar por eles. A oração pode mudar muitas situações”, conclui.

*Nome alterado por motivos de segurança.
Fonte: Portas Abertas

Ex-muçulmano se torna evangelista após conhecer o “Jesus verdadeiro”


O Alcorão fala sobre Jesus, reconhece que ele é um homem sem pecados e que fazia milagres. Chamado de “Issa”, seu nome em árabe, ele é apresentado como um profeta menor que Maomé. Contudo, muitos muçulmanos estão mudando de vida após conhecer o “Jesus verdadeiro”, revelado nas páginas do Novo Testamento.

Lydia Munene, diretora executiva da área da Missão Bíblica na África, conta sobre o importante trabalho de evangelismo realizado em Kilifi, região costeira no Quênia hoje dominada pelos muçulmanos.

“Uma das Bíblias que distribuímos ficou nas mãos de um muçulmano, que vamos chamar de Michael por questões de segurança. Esse homem se converteu participando de uma reunião cristã em Kilifi, e após sua decisão por Cristo demonstrou grande paixão pela distribuição de Bíblias para os Muçulmanos. Seu desejo é que eles possam conhecer a Palavra de Deus, que revela o verdadeiro Jesus”, conta Munene.

Michael já fazia o trabalho de evangelismo, mas não tinha acesso às Bíblias. “Ele vinha conduzindo pequenos grupos de estudo bíblico, onde ele geralmente chama seus amigos, compartilha a Palavra de Deus, diz as passagens que eles devem ler. Quando eles entendem a mensagem, então faz o apelo para que aceitam ao Senhor”, acrescentou a diretora.

A missão soube disso e começou a repassar exemplares das Escrituras para que Michael pudesse distribuir para todos os interessados. Isso é um feito e tanto, uma vez que todos os que se convertem naquela região enfrentam grandes perigos, incluindo ficar isolados pela família ou até mesmo ser morto por seus próprios familiares.

Munene pede que todos os cristãos orem pelos novos convertidos quenianos, para que eles permaneçam firmes em sua decisão. “No Quênia, sabemos que há cristãos sendo agredidos e até mortos por causa da fé, mas mesmo assim nossa maior alegria é ver que muitos estão realmente procurando a verdade.”

Ela volta a citar o testemunho de Michael. “Ele estava procurando conhecer a verdade e conheceu cristãos, quando recebeu a Palavra de Deus, sua vida se transformou. Nesse processo, tornou-se um instrumento para transformar a vida de outros muçulmanos “.

Os cristãos no Quênia vêm enfrentando ataques terroristas islâmicos nos últimos anos, em especial os realizados pelos radicais islâmicos pertencentes ao grupo extremista al-Shabaab, sediado na vizinha Somália.

Com informações Christian Post
Fonte: GospelPrime

China prende cristãos por distribuírem literatura evangélica


Autoridades chinesas prenderam pelo menos cinco cristãos protestantes, líderes de comunidades em Liaoning, por estarem distribuindo literaturas de cunho religioso. O comunicado foi realizado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS).

O secretariado português da AIS apontou que os cristãos, sendo quatro mulheres e um homem, pertencem à Igreja Chaoguang e foram acusados de vender “livros de devoção cristã oficialmente proibidos”, no dia 22 de fevereiro.

De acordo com a China Aid Association, organização cristã sem fins lucrativos de defesa dos Direitos Humanos, os capturados foram condenados a penas de prisão e ao pagamento de multas “entre cerca de 10 mil a 30 mil euros”, o que corresponde entre 34 mil a 100 mil reais.

A AIS comentou que a notícia da prisão dos cristãos ocorre justamente enquanto as diplomacias do Vaticano e de Pequim estão em negociações, observando a “eventual normalização das relações diplomáticas entre os dois Estados”.

Conforme a Ecclesia, a fundação ainda informou que “não tem abrandado a perseguição aos cristãos” em determinadas regiões da China e para além da situação em Liaoning, nordeste da China, também foram expulsos “pelo menos 32 missionários sul-coreanos” de Yanji, onde realizavam trabalho humanitário há mais de uma década, perto da fronteira com a Coréia do Norte.

A AIS disse que há uma comunidade cristã “muito ativa, apesar de clandestina”, por se manter fiel a igreja, e que tem sofrido “a perseguição por parte das autoridades”.

Possuir Bíblia ou evangelizar é crime
No Nepal, cristãos representam menos de dois por cento dos 28 milhões de pessoas. A grande maioria da população é hindu. As mudanças na legislação resultaram em grande restrição da liberdade religiosa.

Oito cristãos atualmente aguardam julgamento, acusados de evangelização ilegal. Eles foram presos após terem distribuído uma história em quadrinhos que contava a vida de Jesus para crianças. O material era oferecido gratuitamente para as pessoas atendidas em sessões de aconselhamento, direcionadas aos sobreviventes do terremoto de 2015.

Tanka Subedi, pastor da Igreja Família de Deus, com sede na capital Kathmandu explica que nos últimos dois anos, a perseguição aos cristãos no país aumentou drasticamente. Ele afirma que existem pelo menos 15 casos denunciados que podem resultar em mais prisões.

Fonte: GospelPrime

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