sábado, 7 de novembro de 2015

Perseguição religiosa aumenta nos momentos de crise política


"Os cristãos vão sentir essa tensão na pele"

No final do mês de setembro, o presidente das Maldivas, Abdulla Yameen, sobreviveu a uma explosão que ocorreu no barco em que viajava. A princípio, as autoridades acreditaram se tratar de um acidente gerado por falhas técnicas, mas agora eles suspeitam de um ataque planejado.

De acordo com informações da BBC, recentemente o presidente demitiu o ministro de Defesa, Ali Moosa Jaleel, por acreditar que ele tenha ligações com o suposto ataque, como uma tentativa de assassinato. O porta-voz presidencial, Ibrahim Ali Muaz, não deu uma razão para a demissão, mas a ação ocorre em meio a prisões e transferências de cargos no Ministério da Defesa.

Um analista da Portas Abertas, comenta: "Se os investigadores internacionais dos Estados Unidos, Índia e Sri Lanka, excluíram uma razão técnica para a explosão não é de estranhar que as autoridades suspeitem de um ataque. Mas é particularmente surpreendente que o principal suspeito da trama seja o vice-presidente Mohamed Jameel Ahmed, que já ele está preso por conspiração". Jamell foi eleito pela maioria e empossado em sua nova posição há apenas três meses. Ele também era o ministro de Turismo e com seus 33 anos de idade, era visto como a estrela em ascensão na política das Maldivas e tudo indica que ele estava a espera também de se tornar presidente.

"Sua detenção aponta para um elevado nível de nervosismo entre os líderes das Maldivas. Isto levará a uma maior monitorização das autoridades, em todos os sentidos. Os cristãos vão sentir essa tensão na pele, porque quanto mais rígido o governo, maior a perseguição religiosa também", conclui o analista. Junte-se a nós e interceda por essa nação. Que nossos irmãos encontrem em Deus estratégia e segurança para seguir em frente.

Fonte: Portas Abertas

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