domingo, 1 de maio de 2016

1 Coríntios 13: Um guia para o amor transcultural



Se eu falasse a língua de meu campo missionário, e não tivesse amor,
seria como o metal que soa ou o címbalo que retine.

E se eu me vestisse como eles, e entendesse toda a sua cultura e toda a sua forma de entender as coisas, e se aprendesse todos os costumes, de tal maneira que me passasse por um deles, e não tivesse amor, nada seria.

E se repartisse todos os meus bens para dar de comer aos pobres, e se entregasse meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor sofre longas horas estudando o idioma, é benigno com os que se divertem com sua pronúncia; o amor não tem inveja dos que vão ao campo, o amor não é orgulhoso de sua própria cultura, não se envaidece de sua superioridade nacional.

Tudo sofre, mesmo quando criticam sua cultura, tudo crê, incluindo o bom da cultura, tudo espera e não se deixa abater pelas dificuldades, tudo suporta.

O amor nunca falha. Porém a antropologia se acabará, e mudarão as línguas, a contextualização se fará sincretismo e a ciência desaparecerá.

Porque em parte conhecemos a cultura, e ministramos somente uma parte; mas quando Cristo vier a esta cultura, então o que é inadequado em nós será aniquilado.

Quando eu estava no México, falava como mexicano, pensava como mexicano, raciocinava como mexicano; mas quando eu fui ao campo missionário, deixei o que era mexicano.

Agora no adaptamos à cultura por espelho, obscuramente; mas então veremos esta etnia face a face. Agora falo com um estranho sotaque; mas então Ele lhes falará ao coração.


E agora permanecem a adaptação cultural, o estudo do idioma e o amor, estes três; porém o maior deles é o amor.

Traduzido/adaptado por Veredas Missionárias a partir do original disponível em: http://www.idportodoelmundo.com/html/articulos/corintios13.html

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